sexta-feira, 18 de maio de 2012

“Como se impor diante de alunos que não têm o menor respeito em sala de aula?”

Qual é a causa do mau comportamento? Como pais, alunos e professores podem trabalhar juntos para contornar esse entrave da boa Educação?

A garotada voa pelos corredores, conversa em sala, briga no recreio, insiste em usar boné e em trazer para a sala materiais que não são os de estudo. A paciência do professor está por um fio. Cansado e confuso, ele se sente com os braços atados e a autoridade abalada. Não suporta mais as cenas que vê e não sabe o que fazer. Quer obediência! Quer controle! Quer mudanças no comportamento dos alunos!

Para ter uma turma atenta e motivada, a primeira mudança necessária talvez esteja nos pais, na escola e nos professores. É hora de rever a ideia de indisciplina e o que há por trás dela. Pesquisa realizada por NOVA ESCOLA e Ibope em 2007 com 500 professores de todo o país revelou que 69% deles apontavam a indisciplina e a falta de atenção entre os principais problemas da sala de aula. Doce ilusão! O comportamento inadequado do aluno não pode ser visto como uma causa da dificuldade para lecionar. Na verdade, ele é resultado da falta de adequação no processo de ensino.

Para avançar nessa reflexão, é preciso entender que a indisciplina é a transgressão de dois tipos de regra.
  • O primeiro são as morais, construídas socialmente com base em princípios que visam o bem comum, ou seja, em princípios éticos. Por exemplo, não xingar e não bater. Sobre essas, não há discussão: elas valem para todas as escolas e em qualquer situação.
  • O segundo tipo são as chamadas convencionais, definidas por um grupo com objetivos específicos. Aqui entram as que tratam do uso do celular e da conversa em sala de aula, por exemplo. Nesse caso, a questão não pode ser fechada. Ela necessariamente varia de escola para escola ou ainda dentro de uma mesma instituição, conforme o momento. Afinal, o diálogo durante a aula pode não ser considerado indisciplina se ele se referir ao conteúdo tratado no momento, certo?

 Faça o seu comentário.

Blogs que eu sigo

Blog da Débora e da Sebastiana
Blog do Joel e da Tecla
Blog da Fátima
Blog da Maristela
Projovem de Senador Cortes
Blog do Rodrigo
Blog do Joel
Blog da Leila
Blog da Simone
Blog da Helaine
Blog do Ramon
Blog da Huyara
Blog da Sheila
Blog da Pollyanna
Blog da Elisângela
Atividades no TuxPaint
Dicas para o uso do laboratório de Informática



Aprender a aprender


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Projovem


O ProJovem Adolescente é um dos quatro eixos do Programa Nacional de Inclusão de Jovens. Venho por meio deste, passar o endereço do ProJovem.

Projovem


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Conceito de Hipertexto segundo os colegas do curso de Tic's do Proinfo


No Curso do Proinfo, todos nós demos o nosso conceito sobre HIPERTEXTO, e o meu amigo Ramon Concluiu que:

Para nossa amiga Helaine, Hipertexto é um tipo de texto eletrônico que agrega uma série de textos conectados entre si. É um texto impresso no qual se tem palavras destacadas (Links) que permitem cortar ou adicionar pedaços de outros textos. E a Elisangela completa esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda as informações que estendem ou complementam o texto principal. A Maria Sheila expõe que Nesse caso o texto, tal como o cérebro humano, assume uma estrutura não hierárquica cuja característica é a capilaridade, ou melhor, uma forma de organização em rede. O usuário ao acessar um ponto determinado de um hipertexto, conseqüentemente, outros que estão interligados também são acessados, num grau de interatividade que ultrapassa a barreira da leitura plana ou linear. Já a Érica nos dá uma aplicação dizendo que o hipertexto vem auxiliar o ser humano na questão da aquisição e assimilação do conhecimento, ele não possui uma estrutura linear. Ao acessarmos um ponto determinado de um hipertexto, conseqüentemente, outros que estão interligados também são acessados, no grau de interatividade que necessitamos. A Leila faz um ligação com a educação relatando que o professor, com o hipertexto é um colaborador no processo de ensino e aprendizagem, que assume características de parceria. O aluno, tal como o leitor do hipertexto, torna-se mais ativamente participativo em relação ao processo de aquisição de conhecimentos, pelo fato de lhe ser facultado elaborar livremente, sob a sua própria responsabilidade, trajetos de seu interesse, acessando, seqüenciando, derivando significados novos e acrescentando comentários pessoais às informações que lhe possam ser apresentadas. A Tecla nos joga um contra ponto ao destacar que a característica de não linearidade exige atenção redobrada para que o foco de pesquisa não seja deslocado para assuntos diversos, também de interesse do aluno e do pesquisador, mas que não se definem como complementares àquela intertextualidade que o leitor hipertextual buscava no início da pesquisa.
Completando a fala dele: a Rosa acha que através do Hipertexto podemos orientar nossos alunos a navegar com mais segurança e com mais possibilidades de informações. Para a Pollyanna, Hipertexto, no seu nível mais básico, é um manipulador de bases de dados, que permite ligar páginas informativas usando links que os associam. Num nível mais alargado, hipertexto é um ambiente de software em que se realiza trabalho colaborativo, comunicação, e aquisição de conhecimentos. As características deste software estimulam o cérebro para armazenar e recuperar informação, fazendo uso de links para um acesso rápido e intuitivo. Para mim (Luciana), o hipertexto é um meio de estruturar um texto de modo a que diferentes níveis de detalhe possam ser acedidos de maneira não seqüencial pelo leitor. O objetivo a esse conceito é o de permitir que o leitor possa desviar o fluxo da leitura para os assuntos referidos no texto, com o intuito de aprofundar a compreensão do texto inicial. Já a Huyara acha que o hipertexto foi criado para exprimir a ideia de escrita e leitura não linear. É um conjunto de dadaos ligados entre si por conexão, que podem ser palavras, imagens, sequências sonoras, etc. Em outras palavras, é um recurso ligando os diversos dados de um mesmo texto. Para a Débora o hipertexto é uma ligação que facilita a navegação com outros textos. Facilita em muito as pesquisas e a transmissão das ideias e conhecimentos.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Projeto Pasta Viajante

Adorei este projeto que alguém postou no curso que eu estou fazendo do PROINFO. Gostaria que a pessoa que postou se identificasse aqui no meu blog.
Eu já tinha visto algo parecido na escola que eu trabalhei, só que lá era só uma pasta.
Aí vai a dica.


PROJETO PASTA VIAJANTE

COORDENADORA: SILVÂNIA CLEMENTE





INTRODUÇÃO:
  • A LEITURA TEM POR PRIMASIA, ENLEVAR OS LEITORES NESTE MUNDO MÁGICO DE LETRAS, RIMAS, MAGIA E POESIA. O TRABALHO APRESENTADO A SEGUIR DESTACA ESTES PRINCÍPIOS.

OBJETIVO:
  • ESTIMULAR O INTERESSE PELA LEITURA;
  • PROPORCIONAR AOS ALUNOS O CONHECMENTO DE VÁRIOS PORTADORES DE TEXTOS;
  • OPORTUNIZAR A ORALIDADE DOS ALUNOS JUNTO À TURMA.


DESENVOLVIMENTO:
  • DE ACORDO COM A COORDENADORA, OS ALUNOS TERÃO OPORTUNIDADE DE LEVAR ESTA PASTA PARA CASA, CONTENDO TRÊS OBRAS, PARA REVESAR A LEITURA E REALÇAR O INTERESSE PELA LITERATURA.
  • FORAM SELECIONADAS VÁRIAS OBRAS SENDO: UMA LITERATURA, UMA POESIA E/OU POEMAS E UMA REVISTA EM QUADRINHOS. RELAÇÃO DE LIVROS PARA AS PASTAS DE LEITURA.


QUERIDO ALUNO(a)


VOCÊ ESTÁ RECEBENDO A “PASTA VIAJANTE” . NELA VOCÊ ENCONTRARÁ UM MUNDO MÁGICO CHEIO DE SURPRESAS ONDE SUA IMAGINAÇÃO NÃO TERÁ LIMITES.
LER É MUITO IMPORTANTE!
LEIA JUNTO COM A SUA FAMÍLIA. VOCÊ PODERÀ ESCREVER NESTE CADERNO O PEDAÇO(TRECHO) DE QUE VOCÊ MAIS GOSTOU DE UMA HISTÓRIA, DE UMA REVISTA, POESIA, JORNAL, OU AINDA, FAZER UM DESENHO BEM BONITO(ILUSTRAÇÃO).
SEUS PAIS, IRMÃOS TAMBÉM PODERÃO ESCREVER SOBRE O QUE LERAM OU DEIXAR UM RECADINHO.
CUIDE COM MUITO CARINHO DESTE MATERIAL, POIS ELE É DE TODOS. NÃO ESQUEÇA DE TRAZÊ-LO DE VOLTA NA DATA MARCADA.

RELAÇÃO DE LIVROS DE CADA PASTA:

PASTA 1:
  • O MÁGICO DE OZ
  • INVESTIGAÇÕES NA MANSÃO
  • MICKEY ( H.Q. )
PASTA 2:
  • OS LUSÍADAS EM QUADRINHOS
  • POEMAS PARA CRIANÇAS
  • MAGALI (H.Q.)

PASTA 3
  • CONTOS DE HANS CRISTIAN ANDERSEN ( O SINO )
  • JANELA MÁGICA
  • CHICO BENTO (H.Q.)

PASTA 4:
  • COMO É DURO SER DIFERENTE!
  • GIROFLÊ, GIROFLÁ
  • ALMANAQUE DISNEY (H.Q.)

PASTA 5:
  • CONTOS DE UM REINO PERDIDO
  • OU ISTO OU AQUILO
  • ALMANAQUE (H.Q.)


PASTA 6:
  • LAMPIÃO E MARIA BONITA
  • LEÓN DE ALMODÁÇAR NO REINO DE DOM ROQUETÃO
  • ZÉ CARIOCA (H.Q.)


ENTREGUES NO DIA: ______/_____/_____


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Plano de Ação

O uso da Sala Informatizada

1. Objetivo Geral:
O uso da Sala Informatizada tem como objetivo auxiliar na construção do conhecimento do aluno, oportunizando-lhe condições de manipular o computador como suporte para suas descobertas.
2. Objetivos Específicos – Atribuições do Professor/Coordenador. O professor é responsável pela Sala Informatizada, orientando os demais professores em suas iniciativas e dúvidas na criação e desenvolvimento de projetos educativos utilizando a informática como meio de atingir os objetivos de sala de aula, oferecendo ao aluno um meio atrativo de construção de conhecimento, assimilação e fixação dos conteúdos transmitidos. Orientar professores e alunos quanto ao uso de softwares adequados à série e trabalho que se pretende desenvolver. Sugerir atividades, conteúdos e aulas que enriqueçam a prática pedagógica do demais professores. Incentivar os professores no uso da Sala Informatizada mostrando ao aluno a importância da pesquisa e dando continuidade ao trabalho desenvolvido em sala de aula. Observar o comportamento dos alunos durante as aulas quanto ao interesse, assimilação dos conteúdos, interação com a equipe, desempenho e evolução na produção dos trabalhos e pesquisas, intervindo sempre que o aluno demonstrar dificuldades ou desinteresse. Planejar junto ao professor o projeto que este irá desenvolver na Sala Informatizada e verificar qual o melhor programa que se ajusta à atividades propostas. Estabelecer e repassar aos demais professores cronograma para utilização da Sala Informatizada evitando que a mesma seja utilizada com atividades desvinculadas do objetivo didático-pedagógico a que se destina, ou sem planejamento prévio do professor. Enviar relatório periódico às coordenadoras de Informática Educacional da SE sobre o andamento dos trabalhos realizados, buscando apresentar projetos que estão sendo desenvolvidos, bem como avaliar o andamento das atividades, relatando os progressos das turmas, intervenção dos professores e envolvimento dos mesmos. Questionar junto à Supervisão da Escola sobre professores que não se enquadram no grupo dos interessados em usar a Sala Informatizada ou não procuram o Professor Coordenador antecipadamente para planejar suas aulas. Alertar freqüentemente os alunos que a conservação dos equipamentos e o seu perfeito estado e funcionamento, dependem dos cuidados de higiene, delicadeza e a restrição a arquivos e programas que não devem ser visitados sem a orientação do professor coordenador. Participar com assiduidade e aproveitamento dos cursos de capacitação continuada fornecidos pela SEC e sempre que possível, em eventos relacionados à área de informática educacional a nível municipal, estadual e federal. Comunicar à coordenação do departamento de informática da SEC em caso de dúvida sobre a utilização conveniente da informática na área educacional, bem como necessidades técnicas que porventura venham a ser percebidas. Selecionar projetos de destaque desenvolvidos por professores e alunos no decorrer do ano letivo e enviá-los à coordenação do departamento de informática da SEC para fins de registro e divulgação. Reformular o plano de ação anualmente. Participar das reuniões com a equipe técnica da SEC referentes a assuntos pedagógicos, planejamento de eventos, trabalhos, funcionamento da Sala Informatizada, normas e regras gerais, contribuindo para um melhor relacionamento entre alunos e professores, bem como aperfeiçoar as práticas pedagógicas que buscam o desenvolvimento integral do educando.
3. Justificativa. A escola prepara cidadãos para uma sociedade em que a familiaridade com recursos de alta tecnologia é exigida nos mais corriqueiros atos da vida. Não pode, portanto, ficar à margem da evolução tecnológica. Os recursos de telemática permitem o acesso a informações armazenadas em todas as partes do mundo e possibilitam comunicação interpessoal rápida e econômica via Internet, além de armazenar e tratar dados com segurança e rapidez – fatores que contribuem para aperfeiçoar o trabalho dos professores que ainda podem trocar experiências com outros educadores. Os computadores também podem ser usados para capacitar recursos humanos à distância, o que permite a formação continua dos professores, em seus locais de trabalho ou residência. O uso de recursos de alta tecnologia na educação, particularmente com computadores em rede, dinamiza o processo de ensino-aprendizagem, qualificando a construção do conhecimento pelo educando. O correio eletrônico e a possibilidade de usar os computadores para realizar muitas tarefas de forma compartilhada, aperfeiçoam as habilidades de comunicação dos alunos, influindo positivamente em sua socialização e em suas capacidades de trabalho cooperativo. Por meio da manipulação não linear de informações, do estabelecimento de conexões entre elas, do uso de redes de comunicação e dos recursos multimídia, o emprego da tecnologia computacional promove a aquisição do conhecimento, o desenvolvimento de diferentes modos de representação e de compreensão do pensamento. Os computadores possibilitam representar e testar idéias ou hipóteses que levam à criação de um mundo abstrato simbólico, ao mesmo tempo em que introduzem diferentes formas de atuação e de interação entre pessoas. “A melhor aprendizagem ocorre quando o aprendiz assume o comando” de seu próprio desenvolvimento em atividades que sejam significativas e despertem o prazer, Papiro, 1994; 29), o que torna o ato de aprender um ato de “alegria e contentamento, no qual o cognitivo e o afetivo estão unidos dialeticamente”. (Freire, 1995) Para o aluno, o conhecimento necessário é aquele que o “ajudará a obter mais conhecimento” (Papert, 1994; 79, 125) e cabe à escola através dos vários meios de que pode dispor, proporcionar-lhe este conhecimento. " A verdeira alfabetização computacional não é apenas saber como usar o computador e as idéias computacionais.É saber quando é apropriado fazê-lo." Papert
4. Estratégia de Trabalho –Metodologia O uso da sala Informatizada visa enriquecer as aulas, tornando-as mais atraentes, dinâmicas e criativas, sendo assim, mais prazerosa para os alunos. O professor deverá conhecer os interesses, as necessidades, as capacidades e as experiências anteriores dos alunos para propor planos cuja concepção resulte de um trabalho cooperativo realizado por todos os envolvidos no processo de aprendizagem. O desenvolvimento resulta de uma ação em parceria, em que alunos e professores aprendem juntos. A metodologia a ser utilizado na Sala Informatizada terá os seguintes princípios: v Desenvolvimento da criatividade. v Interdisciplinaridade v Criatividade v Cooperatividade v Autonomia v Interatividade
5.Cadastro de Softwares adquiridos. Software: Math Blaster I e II Local de Aquisição: 2ª educ@tica / Junduaí SP Data: maio,2001 Identificação: 1.Autor: Davidson&Associates 2. Firma: Brasoft Educacional 3. Objetivo: resolução de problemas matemáticos Resumo: atividades ajudam na resolução de problemas do cotidiano, tomada de decisão, associação entre causa e efeito e identificação de padrões. Software: Visual Class Local de Aquisição: 3ª educ@tica / Jundiaí SP Data: maio, 2002 Identificação: 1. Autor: Celso Tatizana 2. Firma: Class Informática 3. Objetivo: Software para criação multimídia 4. Resumo: softwarwe para criação de Projetos multimídia, como aulas,apresentações,catálogos eletrônicos etc...